terça-feira, 5 de junho de 2012

Especial Dia dos Namorados 2012 - Sil & Beto


Faltam 8 diazinhos para o Dia dos Namorados. Quem aí já tá no clima? Eu ainda não senti a flechada do cupido, mas sinto uma leve predisposição amorosa a cada história romântica que estou recebo para compartilhar com vocês. Ai de mim que sou romântica! A de hoje é a da Sil Bueno e Beto que, com certeza, foram feitos um pro outro!



"Bem, em 11 anos ao lado do Beto, já vivemos tantos momentos especiais... Tantas loucuras, tristezas, alegrias...
Mas algo que me lembrei a pouco tempo, foi a doce "coincidência" no dia que ele foi na casa dos meus pais me pedir em namoro!
Vou contar do começo, pra ver se não foi coisa do amor mesmo!
Sempre trabalhei com grupo de jovens na igreja, desde os meus 13, 14 anos. O Beto também, mas não me lembro nem dele mais magro, nem mais gordo por lá. Ele até comenta que vivia implicando comigo nas reuniões, e por consequência eu não ia com a cara dele.
Como ele não era muito fã das reuniões, ele logo sumiu delas, e eu continuei indo.
Lá pra novembro de 1999, mais exatamente na missa de finados, fui na igreja que ele participava, pra assistir a missa e encontrar algumas amigas minhas de lá.
Eis que encontro quem na missa? O distinto moço, com a avó dele. Logo ele veio apresentá-la para mim, conversamos um pouco, e como iamos pro mesmo lado pra ir embora, fomos conversando. Coisas do cotidiano, da nossa caminhada, nossas desilusões amorosas... (ambos estávamos saindo de namoros muito complicados e conturbados)
Passamos as festas de final de ano sem nos falar, na verdade até me esqueci dele novamente. 
Em janeiro de 2000, minhas amigas me contaram que ele iria fazer uma cirurgia, e que elas iriam visitá-lo. Eu muito amiga e preocupada com os amigos, peguei o telefone dele e liguei no dia 24 de janeiro para desejá-lo boa sorte na cirurgia. Passou dia 25, a cirurgia correu bem...
Logo depois fui visitá-lo, junto com minhas amigas. (que eram mais o meu cupido sem eu mesma saber!) 
Conversa vai, conversa vem... Fomos embora, mas eu fiquei com uma pontinha de interrogação na mente. Cadê aquele moço todo bravo, encrenqueiro dos tempos anteriores? E porque as meninas fizeram tanta questão de me levar junto na visita?
Fui pra casa, e por dias continuamos a nos conversar por telefone... até que pra mim tudo ficou bem claro, estava bem afim daquele mocinho bravo!
Entre mais conversas, conversas, chegou fevereiro, e nos olhamos e tivemos a certeza, junto com a pergunta: Quer namorar comigo?
Foi tudo tão lindo, singelo, simples... Aceitamos de imediato. Sim eu o pedi em namoro também!
Então marcamos dele ir na minha casa no outro final de semana, conhecer meus pais e me pedir em namoro. Em casa foi um alvoroço total, na época até minha avó estava em casa, a mais animadinha em conhecer o rapaz. Meu pai também estava me apoiando muito.
O domingo chegou, e o moço chegou! Meu irmão vem gritando me chamar, todo desconfiado: Sil o moço chegou! E tem presente!
Ele entrou, nos cumprimentamos, apresentei a minha família. E sim ele me deu um presente! E pra minha surpresa, a coincidência, foi o presente: Era uma pelúcia linda do Snoopy, meu personagem preferido! Amei o presente, e achei estranho mais muito lindo ele justamente trazer algo de que gosto.
Como naquela época, não nos conheciamos tão bem, gostos, preferências, achei muito "obra do destino". E nem internet, orkut, email eu tinha. Então era impossível ele saber algo do meu gosto pessoal. 
Tenho o Snoopy até hoje, na nossa cama. Até meu filho, Giovanni, sabe que não pode pegar, nem brincar com o Snoppy!
Outro momento que marcou muito, foi no mesmo dia. Minha avó gostou logo de cara do Beto, e não parava de elogia-lo. No fim da tarde resolvemos ir a missa, na igreja em que ele participava. 
Enquanto eu me arrumava, minha avó surge no meu quarto. Com seus cabelinhos brancos, corpo já curvado por conta da idade e seus problemas de saúde... Vira pra mim e fala: Olha esse moço vai ser muito bom pra você. Não perca ele. Ele estará sempre com você. É um bom rapaz, e com certeza vai te fazer muito feliz!
Na hora nem liguei muito, ouvi com atenção, mas não vi, que ali ela estava prevendo nosso futuro!
Não é que a danadinha estava certa! O futuro já dura 10 anos juntos, e vai durar o infinito.
Ela já se foi, mas estava lá no dia do meu casamento, com um sorriso lindo, e com certeza abençoando nossa união!"

2 comentários:

Cláudio disse...

Legal a história. Semelhante atrai semelhante.
O relacionamento a dois ajuda muito a nos conhecer melhor e também tornar-nos menos egoístas.

Anônimo disse...

só por citar clarisse ganhou minha leitura