Existe algo inexplicável que os homens chamam de Deus. Por convenção, eu usarei esse nome para expressar coisas que eu preciso dizer.
Deus, obrigada. Obrigada por ter criado todos os mundos. Obrigada por ter pintado o céu e a terra de tantas cores tão lindas que meus olhos mal podem distinguir entre tantas nuances perfeitas.
Obrigada pela chuva que molha as plantas, que mata a sede. E que destrói os morros, desbarranca casas e deixa pessoas desabrigadas - quando não morrem em função disso.
Obrigada pelo sol e pelo ar que mantêm tudo que existe. Obrigada mesmo quando eles causam a morte e a intoxicação.
Obrigada pelo sangue que corre em minhas veias que me permite estar aqui dizendo essas coisas que serão (ou não) lidas por quem acredita (ou não) que Você existe. Obrigada ainda assim quando ele é derramado em "Seu Nome" por ódio, vingança, violência...
Obrigada Deus, por ter arquitetado tão bem a manutenção do corpo... Obrigada pela fome, pela sede, pela angústia, pela solidão, pelo sofrimento meu e de todo ser vivente.
Obrigada pela capacidade de discernimento que me habilita a criar e desenvolver algo que seja útil para todas as pessoas. Igualmente pelo mau que existe: pela dor, pela ferida, pela falta de cura - das doenças do corpo e da alma. Obrigada por permitir que eu veja mesmo aquilo que não quero ver.
Obrigada pela salvação assim como pela danação eterna - se é que isso mesmo existe. Obrigada, meu Senhor, pelo milagre da vida assim como pelo milagre que é a morte - quando nos ensina a importância das coisas e das pessoas.
Obrigada por todos meus amigos e igualmente por aqueles que pensam ser meus inimigos - eles me fazem mais forte, mais compassiva e paciente. Obrigada meu Deus pela presença assim como pela falta - de amor, de carinho, de atenção, de cuidado. Obrigada por tudo que eu aprendi e pelo que ainda não entendo.
Obrigada, oh Meu Doce Senhor, por te ver no feio, no horrível, no triste, no ignorante, no imperfeito assim como te vejo no belo, no maravilhoso, no fantástico e no perfeito porque se eu não for capaz de Te ver em todas as coisas, não sou digna de dizer que existo.
Deus, obrigada. Obrigada por ter criado todos os mundos. Obrigada por ter pintado o céu e a terra de tantas cores tão lindas que meus olhos mal podem distinguir entre tantas nuances perfeitas.
Obrigada pela chuva que molha as plantas, que mata a sede. E que destrói os morros, desbarranca casas e deixa pessoas desabrigadas - quando não morrem em função disso.
Obrigada pelo sol e pelo ar que mantêm tudo que existe. Obrigada mesmo quando eles causam a morte e a intoxicação.
Obrigada pelo sangue que corre em minhas veias que me permite estar aqui dizendo essas coisas que serão (ou não) lidas por quem acredita (ou não) que Você existe. Obrigada ainda assim quando ele é derramado em "Seu Nome" por ódio, vingança, violência...
Obrigada Deus, por ter arquitetado tão bem a manutenção do corpo... Obrigada pela fome, pela sede, pela angústia, pela solidão, pelo sofrimento meu e de todo ser vivente.
Obrigada pela capacidade de discernimento que me habilita a criar e desenvolver algo que seja útil para todas as pessoas. Igualmente pelo mau que existe: pela dor, pela ferida, pela falta de cura - das doenças do corpo e da alma. Obrigada por permitir que eu veja mesmo aquilo que não quero ver.
Obrigada pela salvação assim como pela danação eterna - se é que isso mesmo existe. Obrigada, meu Senhor, pelo milagre da vida assim como pelo milagre que é a morte - quando nos ensina a importância das coisas e das pessoas.
Obrigada por todos meus amigos e igualmente por aqueles que pensam ser meus inimigos - eles me fazem mais forte, mais compassiva e paciente. Obrigada meu Deus pela presença assim como pela falta - de amor, de carinho, de atenção, de cuidado. Obrigada por tudo que eu aprendi e pelo que ainda não entendo.
Obrigada, oh Meu Doce Senhor, por te ver no feio, no horrível, no triste, no ignorante, no imperfeito assim como te vejo no belo, no maravilhoso, no fantástico e no perfeito porque se eu não for capaz de Te ver em todas as coisas, não sou digna de dizer que existo.