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terça-feira, 22 de julho de 2008

“O problema da semente é fazer brotar uma árvore” Pierre Lévy

Conexões, intertextualidade...
Hipertextos, sincronicidade.

Lendo um post no blog Miscellaneous, acabei pensando em vários conceitos que “aprendi” na Faculdade. E depois fiquei pensando no porquê da gente querer engavetar na mente – como se isso fosse realmente possível – essas coisas todas.

Tudo tem a ver com aquela palavra que na verdade não existe. De fato, nenhuma palavra tem existência real (isoladamente). É aquela que começa com a letra A. Tudo que chamamos Acaso é plenamente explicável pelo conceito de sincronicidade, cunhado por um Jovem (do alemão, Jung). 'Sincronicidade' versa sobre fatos determinados pelos instintos ou pelos arquétipos e que não podem ser compreendidos mediante o princípio da causalidade. Trata-se de coincidências significativas que trazem uma nova dimensão à compreensão científica. A teoria da sincronicidade mostra-nos a existência de conexões entre os conhecimentos da moderna Física e a Psicologia Analítica, em um campo fronteiriço ainda bem pouco explorado e de difícil acesso à realidade. Ao escrever este trabalho, Jung está cumprindo uma promessa que por muitos anos não teve coragem de realizar. Como qualquer um poderá ver depois de ler algumas páginas, não se trata de uma descrição e de uma explanação completa destes complicados fenômenos, mas tão somente de uma tentativa de abordar o problema de maneira tal que se possa ter uma visão, senão de todos, pelo menos de alguns de seus inúmeros aspectos e conexões.

Preciso ler. Ler entrelinhas... Isso é... É. Sincronicidade.