domingo, 6 de abril de 2014

Projeto 6 em 6 - Março/Abril

A proposta do projeto é simples e interessante: contar sobre as 6 coisas mais legais que você experimentou no último mês. Fotografo bastante pelo smartphone coisas do meu cotidiano... Os lugares que freqüento, pessoas que amo, algo que me surpreende. Espero que vocês gostem!










1. Festinha de niver do Gu, filho caçula da Dri Delphino. O tema foi da Hora da Aventura. Foi super divertido!

2. Recebi a visita de uma amiga muito querida em casa. Foi um final de semana apenas, mas foram dias inesquecíveis! Preparei uma bela mesa e um jantarzinho bem gostoso.

3. Quando caminho pelas ruas, observo tudo ao meu redor. Aqui em São Paulo é muito comum esse tipo de arte moderna. Eu curto bastante!

4. Aqui perto de casa tem um Starbucks. Às vezes vou lá só pra descansar, ler um pouco, relaxar. É um dos meus lugares favoritos aqui...

5. Hambúrguer gourmet é modinha? Talvez. Mas o fato é que é uma delícia! E essa combinação é maravilhosa: maçã verde, wasabi-honey sauce, blues cheese num hambúrguer ao ponto, criação do chef Paulo Yoller, do Meats, que fica na rua Pinheiros.

6. Ontem foi meu aniversário. Há muitos anos, não tenho um dia tão perfeito quanto esse! Flores, perfumes e outros mimos abraços, beijos, carinho e bolo de chocolate com frutas vermelhas. Essa orquídea tem um cheiro maravilhoso...

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

O direito de estar errado

Quando foi que a humanidade resolveu organizar as relações humanas e definir o que é certo e o que é errado? Quando julgamos os citados na matéria de Veja SP dessa semana sobre os "reis do camarote", minha indignação faz coro com a da maioria das pessoas que estão nas minhas redes sociais. A verdade é que a discussão acabou provocando uma reflexão: quais são os valores que determinam o que eu realmente sou? Temos o direito de estarmos errados em nossas escolhas ou temos o dever de estarmos certos em qualquer circunstância?

Pensei em todo aquele dinheiro gasto em baladas... Na noção de mulher como objeto e no álcool como isca. A noção de mulher carne, de mulher objeto. Uma palavra muito em voga: OSTENTAÇÃO. E se tirarmos os milhares de reais gastos em carrões, roupas de grife, consumação em concorridos camarotes desses caras, o que lhes resta? Penso que todo valor humano que se lhes atribui está no em tudo que o dinheiro pode comprar. Sem dinheiro, sem posses, eles não se reconheceriam. Seriam seres sem identidade. Para eles, o certo é fazer tudo que justifique seu comportamento e a realização de seus desejos... Acho muito triste uma vida assim.

Certo e errado dependem do ponto de vista. O que é certo para mim, pode não sê-lo para você ou para a maioria. Assim, como julgar com isenção? Aliás, nenhum julgamento é isento! Tudo que posso dizer, nesse caso, é que essa vida não serve para mim...

É muito difícil conviver num meio onde você é considerado o tempo todo como o ERRADO. Você só tem duas opções: se ajustar ou reivindicar seu direito de estar errado. A vida é feita de escolhas. Certas ou erradas, são SUAS escolhas. Mas em quê elas estão baseadas? Decisões tomadas sem reflexão, sem entendimento, são vazias de sentido e invariavelmente produzem como resultado o sofrimento. Particularmente, confesso que não me agrada imaginar-me julgada pela maioria como esses reis do camarote e tantos outros que toda semana aparecem na internet para desviar nossa atenção da nossa própria vida (que é o que realmente importa!). Não digo que não busco aceitação, porque o desejo de aceitação é um condicionamento que é praticamente passado via DNA. Porém, penso em não dar tanta importância à rejeição da maioria quando sou considerada "errada" se minha consciência diz que estou no caminho certo.


terça-feira, 24 de setembro de 2013

Você é... Feliz aniversário, Fabi!


Todo mundo está o tempo todo desejando alguma coisa: uma roupa nova, uma bolsa, um sapato, uma casa, um carro ou mesmo um grande amor. Hoje na escola falamos sobre o futuro e projeto de vida: o que quero pra mim e o que devo fazer para alcançar meus objetivos? Quanto mais vivo, mas concluo que querer é como uma doença incurável e que nunca ficamos satisfeitos - nem com o que temos e nem com o que acabamos de conseguir. Querer sempre mais parece que nos impulsiona a progredir, mas será que isso é verdade? Penso hoje em dia que querer cada vez menos e apreciar o que se tem é que é o segredo de uma vida (menos in)feliz.

Não quero muito mais da vida depois de 38 primaveras. No momento, estou mais inclinada a apreciar o que conquistei e o que me foi dado. Eu tenho uma família (im)perfeita, tenho um companheiro que me completa (na falta de uma definição melhor) amigos e amigas que moram no coração. Uns que estão, uns que se vão e talvez por vir. Mas dentre todos os meus queridos, você, Fabiana, foi aquela que eu mais desejei e esperei em minha vida.

Talvez essa data te deixe meio melancólica e isso eu posso dizer que entendo como ninguém, mas pense no quanto sou grata pela sua existência e por amar você tanto assim... Eu vou ser meio brega agora, mas no seu aniversário quero que você saiba o quanto você significa pra mim. Não se passa um dia da minha vida agora que eu não pense (mesmo que só um pouquinho) em você com carinho. Eu quis tanto vir para São Paulo! Deixei tanto para trás, mas ganhei sua amizade! Se tudo que passo aqui que me faz sofrer for o preço de ter te conhecido e de ser sua amiga, pago com satisfação porque você é...

O leite condensado do meu brigadeiro,
A Coca Zero do meu gelo,
A avelã da minha Nutella,
O papel das minhas cartas,
O game do meu console,
A letra da minha música,
A história do meu romance,
A janela da minha cela,
A estrela do meu céu,
O sol no meu inverno,
O queijo da minha pizza,
A manteiga do meu croissant,
O outfit da minha Blythe,
A Penny da minha Amy,
O Leonard do meu Sheldon,
O C3PO do meu R2D2 e
O Wilson do meu House.

Feliz Aniversário!

Da sua amiga de hoje e sempre

terça-feira, 11 de junho de 2013

10 formas de dizer "Eu te amo" - Parte I


Quem será que inventou a música? Quando foi que o homem percebeu que podia fazer algo tão encantador quanto os pássaros? Quem inventou os instrumentos, combinou-lhes os sons, misturou-lhes às letras, dando-lhes sentido? Eu não sei. Certamente, alguém deve ter feito essa pesquisa e descoberto. Tento imaginar por mim mesma o porquê, a origem dessa maravilhosa expressão humana que chamamos música. 

Tenho muitas memórias com música, mas não consigo me lembrar qual foi a primeira música que ouvi na vida ou qual aprendi a cantar primeiro. No post anterior, escolhi a música Cotidiano, do Chico Buarque na voz do Seu Jorge. Acredito que é ela está associada à minha lembrança mais remota em uma relação afetiva com a música. Havia uma novela chamada "Como salvar meu casamento". Lembro muito vagamente da história, mas lembro bem da capa azul marinho e como minha mãe amava essa música. Aliás, daquela época, também lembro da minha mãe dançando conosco pela sala Born to be alive, do Patrick Hernandez. Minha mãe gostava muito de disco... Meus pais sempre gostaram muito de música, mas tinham gostos diferentes. Mamãe gostava dos Bee Gees e amava as trilhas internacionais de novelas. Papai gostava de Roberto Carlos. Posso afirmar com toda segurança que os discos dele embalaram minha primeira infância e um bom período dela por muitos anos. Então, uma das coisas que aprendi a fazer quando ainda pequena era colocar o disco na vitrola, com muito cuidado para não arranhar. Papai tinha uma imensa coleção de discos. Uma das recordações mais tristes da minha infância foi quando deixei quebrar seu disco predileto da Clara Nunes. Ele não me xingou nem me bateu. Sua cara de tristeza me arrasou e lamentei esse incidente pelo resto da vida. A música predileta da minha mãe se chama Yolanda, na voz do Chico. É bastante curioso que as duas memórias musicais que tenho com minha mãe se associem ao Chico Buarque que nunca ocupou um papel de destaque no meu gosto pessoal.

Ele ama música. Mais do que tudo nessa vida, acho. Não consegue passar um dia sequer sem ouvir uma música que seja. Nossa relação sempre foi permeada por livros e músicas. Nunca fui tão apaixonada assim por música como ele. Eu sempre gostei de cantar. Das brincadeiras da infância, a que eu mais gostava era brincar de música. Amava o "Qual é a música" nos anos 80... Na adolescência participei de um coral como soprano e tive um papel de solista numa peça de teatro. Mas foi quando o conheci que a música assumiu um lugar privilegiado na minha vida. Meu gosto pessoal foi influenciado pelo dele e o dele pelo meu. Há muitas músicas que amamos igualmente. Compartilhamos hoje um amor eterno por Beatles e Roberto Carlos. 

1) Música: Uma música pode dizer exatamente o que sentimos e queremos dizer à pessoa amada da maneira mais linda. Consigo pensar em várias! "Como é grande o meu amor por você", do Roberto... "Your love is forever", do George Harrison... "High", do James Blunt... "In my life", dos Beatles. Nossa, são tantas que daria uma lista interminável! Para esse post, escolhi especialmente um cantor e uma música que apresentei a ele anos atrás: "Che un solo amor al mondo" (Há só um amor no mundo), de Amedeo Minghi. Ele entende o porquê...

Essa foto foi tirada em Santos (SP) em 2011 e é uma resposta a uma mensagem que recebi dele hoje.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

10 formas de dizer "eu te amo" - Parte II


Dizem que quando ficamos mais velhos, nos tornamos sistemáticos e ranzinzas. Deve ser verdade, porque tenho notado como tenho me apegado às rotinas que criei depois que saí da casa da minha mãe. Veja como são as coisas... Eu nunca pensei que um dia fosse considerar que a minha casa é a casa da minha mãe, não minha... Eu não tenho casa. Nada me pertence. Eu permaneço nos lugares o tempo necessário e depois sigo outro rumo. Tem sido assim minha vida nesses quase 3 últimos anos.

Nunca tinha observado antes minhas manias. Na verdade, não acho que tive alguma até começar a viver sozinha. Por exemplo, gosto de comer sempre no mesmo prato, usar o mesmo copo, os mesmos talheres. Não é por nojo nem nada. Não sei explicar o motivo, mas me sinto mais confortável quando uso minha própria louça. Gosto de não fazer planos sobre o que fazer exatamente, mas algumas circunstâncias me forçam a gostar de estar em casa. Por isso, me apeguei à tv para me distrair e relaxar. Na casa da minha mãe, nunca tivemos tv a cabo. Agora que experimentei, me tornei meio dependente e estou sentindo falta.

Em 2007, vi um pedaço de uma série chamada The Big Bang Theory na casa de amigos e não achei graça nenhuma. E de repente, depois de todos esses anos, tornou-se a minha série favorita de todos os tempos da última semana. Todos os dias, às 17:20, a Warner exibe episódios anteriores da série;  comecei a ver por acaso, enquanto fazia minhas tarefas domésticas. Em dezembro passado, quando ele veio passar uns dias comigo, diariamente eu via os episódios, a despeito de seu mínimo interesse por ele, impreterivelmente no mesmo horário. Acreditem ou não, fiquei meio apegada a esse hábito e me sinto mal quando não posso satisfazê-lo. Depois que ele foi embora, ver TBBT todas as tardes era uma forma de estar com ele de novo, compartilhando minhas pequenas rotinas...

2) Compartilhar os hábitos:  Dizem que os opostos se atraem. Outras, que semelhante atrai semelhante. Acho que nós dois ficamos num meio termo, porque somos muito parecidos e em alguns aspectos completamente opostos. Acho que nosso relacionamento de longa data nos proporcionou aquele fenômeno de equilíbrio osmótico. Hoje em dia somos mais semelhantes que antes. Costumo dizer que se nos separassem e fizessem perguntas sobre o que o outro diria sobre isso ou aquilo, acertaríamos 100%. Ele sabe como me comporto, como é meu pensamento, meu comportamento e meus hábitos. Se dessem situações para que ele se pusesse no meu lugar para dizer o que eu diria, ele certamente saberia com exatidão.

Nem tudo que o outro gosta de fazer tem a ver com nossos gostos pessoais. Mas o que custa experimentar algo que pertence ao mundo da pessoa que amamos? Por que não tentar entrar no mundo dela e conhecê-lo? Ler os livros que ela leu (e que se não fosse por isso, jamais leria), ver os filmes que ela viu e que você jamais se interessou antes, frequentar lugares que você jamais frequentaria para entender o que encanta a pessoa que você ama... Não é exatamente deixar de ser você mesmo, de ter seus próprios hábitos ou de fazer suas próprias escolhas. É se dar a chance de experimentar viver no mundo da pessoa amada. Amar é compartilhar essas coisas. O tempo todo!

domingo, 9 de junho de 2013

10 formas de dizer "Eu te amo" - Parte III


No final dos anos 80, existiu uma novela chamada "Bebê a Bordo". Eu amava! Depois de "A Gata Comeu", foi a novela com a melhor trilha sonora, na minha opinião. "Eu preciso dizer que te amo" na voz de Marina (que na época não exigia ser chamada de Marina Lima) foi a versão que conheci primeiro. Fui saber e conhecer a versão original do Cazuza bem depois. Ela foi regravada também na voz de Léo Jaime. Enfim, essa obra prima fica maravilhosa até na voz do Tiririca. O fato é que a letra expressa aquela coisa que a gente sente quando descobre que está apaixonado.

Na adolescência, fui perdidamente apaixonada e não deu certo. Fiquei muito machucada com o fim do relacionamento e mesmo depois de muitos anos não sabia como abrir meu coração para uma nova história. Tentei sem sucesso até decidir que estava feliz comigo mesma sozinha. Não pensem vocês que não amarguei dia dos namorados solteira enquanto minhas amigas ganhavam presente!

Como disse antes, fomos primeiro amigos. Nos encontrávamos com alguma frequência e nos dávamos super bem. Ah, que legal lembrar disso... É bem como a música fala... a gente conversava, contava casos, besteiras... Filosofávamos. Eu falava demais e ele me ouvia com paciência. Ele me deu o número de telefone e insistiu para que eu ligasse. Eu disse que ia ligar, mas não liguei. Então, ele voltou à livraria e perguntou porque não liguei. Eu não soube explicar muito bem e disse que ligaria. Dei o meu e pedi pra ele ligar também. Então, nossa história começou com grandes papos telefônicos! Quando digo grandes, quero dizer que nossas conversas duravam HORAS! E horas e horas e horas! Não marcamos data ou horário de ligação. O primeiro telefonema que ele me fez, assim que o telefone tocou, gritei: "Pode deixar que eu atendo! É pra mim!". Sabia que era ele. E durante muito tempo, todas as vezes que ele ligava, apenas sabia.

Um dia, ele me ligou pra me contar uma coisa... Ele me contou que estava interessado em uma colega minha do meu trabalho. Eu entrei em estado de choque! Bom, éramos só amigos, afinal de contas. Eu gostava dele, gostava dela também. Que mal havia? À princípio, eu disse palavras de apoio, mas assim que desliguei o telefone, quis entender porque aquela notícia me deixava arrasada. Então, comecei a chorar, mas de  alegria! Eu estava amando de novo, só que não sabia. Eu tinha me esquecido de como era a sensação de estar apaixonada e fiquei completamente feliz, tão feliz, que naquele momento nem me afligi por ele estar gostando de outra pessoa ao invés de mim! Estava feliz por mim. Porque uma ferida que achei que nunca ia se curar estava curada. Porque eu tinha um coração capaz de amar! Lágrimas marejam meus olhos enquanto escrevo. É impossível recorrer a essa lembrança sem me emocionar. Agradeci a Deus. Naquele momento, não estava preocupada em ser ou não correspondida; eu me descobri amando... Era tudo que importava.

3) Dizendo: Em algum momento, se você está amando, tem que dizer. Claro que há várias formas, como as que antecederam essa. A de hoje é dizer mesmo, com todas as letras, em alto e bom som para seu amado ouvir. A primeira vez que eu disse "Eu te amo" pra ele, eu poderia ter cantado essa música porque era exatamente assim que me sentia. Éramos amigos, mas eu tinha que dizer que era amor e não só amizade. Eu precisava ganhar ou perder, sem engano. Valeu a pena... 

sábado, 8 de junho de 2013

10 formas de dizer "Eu te amo" - Parte IV


Outro dia, eu estava discutindo com minha mãe sobre ser do jeito que sou. Sou muito independente e voluntariosa. Gosto das coisas à minha maneira. Não sempre por capricho, mas porque acredito em minhas convicções sobre como agir nesse mundo. É culpa da minha mãe que eu seja assim. Não foi pelo exemplo, mas porque sou a filha do meio - toda atenção e concentrada no primogênito e no caçula; ser do sexo feminino então piora muito as coisas. Ao contrario de mim, ele é o filho que teve toda a atenção da mãe desde bebê. Alias, essa atenção moldou seu caráter dependente, reticente e às vezes um tanto inseguro. Então, ele não é de puxar a cadeira para que eu me sente ou abrir a porta do carro para que eu desça. E sinceramente não sei dizer se saberia me portar com elegância se ele um dia resolvesse ter essas maneiras de amante à moda antiga do tipo que ainda manda flores. Aliás, nunca recebi flores dele. E isso não é uma queixa porque ele, em todos esses anos, me deu muito mais do que flores. 

 4) Gentileza: O amor verdadeiro é gentil. Em nosso "primeiro encontro", ele me ofereceu uma bebida, um refrigerante. Fiquei meio sem graça e aceitei. Ele quis que eu escolhesse o sabor e então eu disse: "Peça o que você achar que eu vou gostar mais". Eu pensei: "Quero Sprite, mas vamos ver o que ele escolhe pra mim". Ele voltou com um copo de Coca (pra ele) e um de Sprite (pra mim). Eu perguntei como foi que ele adivinhou. Ele corou e disse: Eu apenas sabia. Antes mesmo de começarmos nosso relacionamento como namorados, ele me deu 2 cds que são completamente especiais pra mim: "Urban Hymns", The Verve, e "Let come down", James Iha (trilha sonora desse post!). Será que ele imaginava mesmo o quanto esses gestos de indescritível gentileza me dariam tanta felicidade e me fariam amá-lo mais que tudo nessa vida? Será?

Ser gentil no amor também é pensar na alegria, na felicidade do outro como se fosse a nossa. Não tou falando de fazer uma loucura de amor, uma coisa constrangedora ou grandiosa com base no que queremos e gostamos, mas fazê-lo pela pura e simples felicidade da outra pessoa... Uma flor roubada de um quintal, um bilhete de bom dia, um presente fora de hora, um lugar novo pra conhecer junto, um beijinho roubado num momento de distração, cobrir com o edredom quando ele adormecer antes de você... Ser gentil no amor é o melhor presente que você pode dar a si mesmo!